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Corretora de imóveis desaparecida: Quantidade de saídas do prédio dificultam investigação, diz polícia

Quantidade de saídas do prédio dificultam investigação sobre corretora desaparecida O delegado André Luiz Barbosa, que investiga o caso da corretora desapa...

Corretora de imóveis desaparecida: Quantidade de saídas do prédio dificultam investigação, diz polícia
Corretora de imóveis desaparecida: Quantidade de saídas do prédio dificultam investigação, diz polícia (Foto: Reprodução)

Quantidade de saídas do prédio dificultam investigação sobre corretora desaparecida O delegado André Luiz Barbosa, que investiga o caso da corretora desaparecida em Caldas Novas, Daiane Alves Souza, de 43 anos, contou à TV Anhanguera que o número de saídas no prédio em que ela desapareceu dificulta as investigações (veja acima). De acordo com ele, há várias possibilidades. “Isso tem trazido toda essa dinâmica para a situação de apurar todas essas possibilidades e isso trazer resultados para que a gente tenha uma resposta”, declarou. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Daiane está desaparecida desde o dia 17 de dezembro. O delegado afirmou que a Polícia Civil visitou o prédio e constatou que o condomínio conta com vários blocos, e que eles têm administrações e entradas próprias. “Estar no local, avaliar o prédio foi para que a gente pudesse entender e subsidiar as diligências em andamento”, afirmou. Ao g1, a Polícia Civil informou que o caso continua sendo investigado e não houve novidades sobre o desaparecimento até a última atualização desta reportagem. Conflitos com moradores do prédio Daiane Alves Souza, de 43 anos, foi vista pela última vez dia 17 de dezembro Arquivo pessoal/Nilse Alves Pontes Segundo Nilse Alves Pontes, de 61 anos, mãe da corretora, a filha tinha desavenças com pessoas do prédio. “Tivemos no ano de 2025 muitos problemas que geraram processos contra o condomínio do prédio onde moramos. Processos que tramitam na Justiça de Caldas”, disse. Em agosto de 2025, os moradores do prédio realizaram uma Assembleia Geral Extraordinária que decidiu, por maioria, pela expulsão da corretora do condomínio. A decisão previa que Daiane deixasse o edifício no prazo de até 12 horas e mantivesse distância da área da recepção. LEIA TAMBÉM: Corretora de imóveis desaparecida: polícia busca amostras de DNA em apartamento para ajudar na investigação INVESTIGAÇÕES: Força-tarefa investiga sumiço de corretora visita pela última vez em elevador de prédio, em Caldas Novas ENTENDA: Corretora desaparecida: Veja o que se sabe e o que falta esclarecer A corretora entrou com ação na Justiça alegando irregularidades na convocação e ausência de direito de defesa. Em resposta, o Judiciário suspendeu os efeitos da decisão até a análise completa do caso e entendeu que a moradora não teve chance de se defender. A Justiça também entendeu que a assembleia pode não ter seguido as regras do próprio condomínio, como o prazo e a forma de convocação prevista no regimento. Entenda o caso Imagens mostram corretora momentos antes de desaparecer, em Caldas Novas A corretora de imóveis Daiane Alves foi vista pela última vez no dia 17 de dezembro, após ela ir até o subsolo do prédio para restabelecer a energia, pois o seu apartamento estava sem luz. Ela gravou vídeos mostrando o apartamento sem energia elétrica, enviou-os para uma amiga e disse que iria religar o padrão de energia, no subsolo do prédio. Além dos vídeos que a corretora gravou, as imagens das câmeras de monitoramento do prédio mostram quando ela entrou no elevador conversando, depois passou pela portaria e falou com o recepcionista sobre a falta de energia. Ela voltou ao elevador e desceu para o subsolo (veja acima). Corretora desaparecida em Goiás Arte/g1 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás