Dois militares americanos morrem em ataque do Irã à Jordânia e um está desaparecido, dizem EUA
Soldado da Marinha dos EUA treina tiro com fuzil de longo alcance (sniper) a bordo do navio anfíbio USS San Antonio, em imagem de arquivo Nathan Mitchell/Marin...
Soldado da Marinha dos EUA treina tiro com fuzil de longo alcance (sniper) a bordo do navio anfíbio USS San Antonio, em imagem de arquivo Nathan Mitchell/Marinha dos Estados Unidos Dois militares americanos morreram em um ataque do Irã a uma base dos EUA na Jordânia, disse o Comando Central das Forças Armadas do país neste sábado (18). As mortes teriam ocorrido na sexta-feira (17). Um militar é considerado desaparecido. "Em 17 de julho, dois membros das forças armadas dos EUA na Jordânia foram mortos em ação enquanto o Comando Central dos EUA (CENTCOM) e forças parceiras se defendiam contra ataques com mísseis balísticos iranianos e drones. Além disso, um membro das forças armadas está atualmente desaparecido em ação", diz o comunicado do Comando Central (CentCom). "Quatro membros das forças armadas americanas foram levados para hospitais jordanianos. Eles já foram liberados desde então. Outros militares que foram avaliados por ferimentos leves retornaram ao serviço", afirma a nota. O CentCom não revelou os nomes dos militares mortos e feridos. Agora no g1 Teerã e Washington vêm realizando uma escalada militar desde o naufrágio do acordo de cessar-fogo assinado entre os dois países em junho. O líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, afirmou neste sábado nas redes sociais que os Estados Unidos voltaram a descumprir compromissos assumidos no acordo de paz durante a guerra no Oriente Médio e disse que a assinatura de um presidente americano "não tem valor nem credibilidade". "A repetida violação dos compromissos do Grande Satã em relação ao acordo, mais uma vez, revelou a verdade: a assinatura do presidente dos Estados Unidos tem tão pouco valor e credibilidade quanto as palavras e a conduta enganosas, traiçoeiras e brutais do regime americano", diz a publicação. Esta reportagem está ema tualização.