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Meta diz que sua IA também fez ataque hacker a outra empresa

Logotipo da Meta no Meta Lab, em Los Angeles, Califórnia (EUA), em 20 de maio de 2026 REUTERS/Daniel Cole/Foto de arquivo Uma inteligência artificial da Meta,...

Meta diz que sua IA também fez ataque hacker a outra empresa
Meta diz que sua IA também fez ataque hacker a outra empresa (Foto: Reprodução)

Logotipo da Meta no Meta Lab, em Los Angeles, Califórnia (EUA), em 20 de maio de 2026 REUTERS/Daniel Cole/Foto de arquivo Uma inteligência artificial da Meta, dona do Instagram, do WhatsApp e do Facebook, também fez um ataque hacker a outra empresa, revelou nesta quarta-feira (5) o site The Information. Segundo a reportagem, o modelo conhecido como Muse Spark 1.1 invadiu o sistema de uma empresa e fez mudanças por conta própria. O nome da companhia atacada não foi revelado. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 A Meta afirmou que o incidente aconteceu devido a um erro de configuração que permitiu a um de seus modelos acessar a internet durante testes. A empresa afirmou que está investigando o caso. Este é o caso mais recente de falhas de segurança exploradas por modelos de inteligência artificial. A OpenAI, dona do ChatGPT, e a Anthropic, do Claude, também relataram incidentes. IA pode decidir atacar empresas? Como foi a invasão 'sem precedentes' por modelo da OpenAI Experimentos com IA costumam ser feitos em sistemas fechados, com pouco ou nenhum acesso à internet. As barreiras de proteção das versões voltadas para usuários comuns são desligadas para testar as capacidades dos agentes. Na prática, é como se esses modelos de IA tivessem liberdade total para fazer o que quiserem em um ambiente cercado. O que preocupa é que, agora, eles mostraram ser capazes de ultrapassar os "muros" criados pelas empresas. IA pode decidir atacar empresas? Entenda como foi a invasão 'sem precedentes' por modelo da OpenAI O modelo "explorou uma vulnerabilidade de segurança em um serviço de terceiros, de maneira semelhante a casos relatados anteriormente com outras empresas", disse a Meta. Ainda segundo o The Information, o erro de configuração foi da Irregular, empresa parceira da Meta nos testes do Muse Spark 1.1. Com a brecha no ambiente de testes, também chamado de "sandbox", o modelo conseguiu explorar uma vulnerabilidade de segurança de terceiros. Um porta-voz da Irregular disse à Reuters que o incidente envolveu "exatamente o mesmo problema de ambiente de avaliação que já havia sido divulgado pela Anthropic na semana passada" e que não envolveu uma "fuga do sandbox ou uma ação cibernética sofisticada". "Não há problemas em aberto no momento. A Irregular está desenvolvendo um artigo técnico para compartilhar as melhores práticas de contenção e execução segura de avaliações cibernéticas", disse a Irregular, em comunicado.