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Ondas de calor mataram mais de 200 mil pessoas na Europa em quatro anos, segundo a OMS

Ondas de calor mataram mais de 200 mil pessoas na Europa em quatro anos, segundo a OMS REUTERS Mais de 200 mil pessoas morreram devido a ondas de calor extremas...

Ondas de calor mataram mais de 200 mil pessoas na Europa em quatro anos, segundo a OMS
Ondas de calor mataram mais de 200 mil pessoas na Europa em quatro anos, segundo a OMS (Foto: Reprodução)

Ondas de calor mataram mais de 200 mil pessoas na Europa em quatro anos, segundo a OMS REUTERS Mais de 200 mil pessoas morreram devido a ondas de calor extremas na Europa nos últimos quatro anos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), que alerta para esse fenômeno recorrente como consequência das mudanças climáticas. "As ondas de calor não são mais anomalias meteorológicas excepcionais", afirmou a OMS nesta quinta-feira (11), durante o lançamento em Berlim de novas diretrizes destinadas a proteger vidas desse fenômeno. Na União Europeia e "nos países associados", o diretor regional da OMS para a Europa, Hans Henri Kluge, declarou que "a maioria dessas mortes era totalmente evitável". Além disso, "milhões de pessoas" são "afetadas física e mentalmente", acrescentou. Agora no g1 O continente europeu está aquecendo muito mais rápido do que qualquer outro, observou a OMS, destacando em particular as mortes prematuras devido a ondas de calor na Itália, Espanha e Grécia. "O calor é um assassino silencioso, mas não é inevitável", afirma a OMS, que insta as autoridades europeias a seguirem suas recomendações para combater as mudanças climáticas. Número de icebergs da Groenlândia quadruplica e acende alerta para navegação LEIA TAMBÉM: Chegada do El Niño é confirmada pela agência climática dos EUA; dúvida agora é se fenômeno terá força recorde Aquecimento global chegou a 1,37°C em 2025, e planeta pode ultrapassar limite crítico de 1,5°C até 2030 França e Noruega têm a primavera mais quente desde o início dos registros