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Operação policial prende suspeitos de cometer crimes sexuais contra crianças e adolescentes em Maceió

Polícia prende suspeitos de cometer crimes sexuais contra crianças e adolescentes em AL A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quarta-feira (22), dois home...

Operação policial prende suspeitos de cometer crimes sexuais contra crianças e adolescentes em Maceió
Operação policial prende suspeitos de cometer crimes sexuais contra crianças e adolescentes em Maceió (Foto: Reprodução)

Polícia prende suspeitos de cometer crimes sexuais contra crianças e adolescentes em AL A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quarta-feira (22), dois homens suspeitos de cometer crimes sexuais contra crianças e adolescentes em Maceió. Entre os investigados estão um professor de música e um professor do Instituto Federal de Alagoas (Ifal). Os nomes deles não foram informados. 📲Participe do canal do g1 Alagoas De acordo com a polícia, as prisões ocorreram durante a Operação Face Oculta, que também cumpriu três mandados de busca e apreensão na capital alagoana. Segundo a Polícia Civil, os investigados são suspeitos dos crimes de estupro de vulnerável, além de compartilhamento, armazenamento e produção de material de abuso sexual infantojuvenil. Eles não tinham passagens pela polícia. Suspeito de cometer crimes sexuais contra crianças e adolescentes é preso em Maceió Reprodução/TV Asa Branca Alagoas "O objetivo foi prender os investigados e coletar materiais que continham conteúdo de abuso sexual infantil. A investigação é recente, após recebermos denúncias, e começamos as diligências para localizar e prender os alvos o mais rápido possível", explicou a delegada Maíra Balbi A delegada Talita Aquino explicou que pelo menos duas vítimas foram identificadas. Uma delas, uma adolescente, que estava sendo abusada há cerca de três anos pelo professor de música. A outra vítima seria uma criança de dois anos, que estava sofrendo abusos pelo professor do Ifal. Ele também é suspeito de maus-tratos contra animais. "Em um dos casos, nós chegamos através de denúncias anônimas e, no outro caso, foram os próprios familiares que realizaram um Boletim de Ocorrência. No caso do professor do Ifal, não ouvimos o instituto porque não havia nenhum vínculo com a atividade profissional dele", afirmou a delegada.