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Servidor do MP preso por suspeita de pedofilia estava em período de experiência; saiba o que pode acontecer

Servidor do MPTO foi preso pelo GAECO por suspeita de pedofilia O servidor público preso no Aeroporto Brigadeiro Lysias Rodrigues, em Palmas, por suspeita de c...

Servidor do MP preso por suspeita de pedofilia estava em período de experiência; saiba o que pode acontecer
Servidor do MP preso por suspeita de pedofilia estava em período de experiência; saiba o que pode acontecer (Foto: Reprodução)

Servidor do MPTO foi preso pelo GAECO por suspeita de pedofilia O servidor público preso no Aeroporto Brigadeiro Lysias Rodrigues, em Palmas, por suspeita de crime de pedofilia cumpria estágio probatório no Ministério Público do Tocantins (MPTO). A informação foi confirmada pelo órgão nesta sexta-feira (23), que destacou que o servidor foi afastado do cargo pela Justiça. A prisão aconteceu na quarta-feira (21). Promotores do MP acompanharam a ação policial no momento que o suspeito retornava de uma viagem. O nome dele não foi divulgado, por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa. O processo corre em sigilo na Justiça. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp O servidor foi conduzido à própria casa, onde foi cumprido um mandado de busca e apreensão. Segundo a TV Anhanguera, os agentes encontraram indícios do crime durante a busca. Conforme o MP, o servidor estava no cargo desde o último concurso do órgão, realizado em 2024. De acordo com a Constituição Federal, o estágio probatório no serviço público é de três anos. O órgão ministerial explicou que o servidor foi afastado por determinação judicial, em processo criminal sobre o caso. Também corre um procedimento administrativo interno para apurar eventual responsabilização. LEIA TAMBÉM: Servidor do Ministério Público é preso em aeroporto de Palmas por suspeita de pedofilia Íntegra da nota do MP Confirmamos que o referido servidor encontra-se em estágio probatório e acrescentamos que ele está formalmente afastado do cargo público por determinação judicial. Paralelamente à investigação de ordem criminal, o Ministério Público do Tocantins (MPTO) instaurou procedimento para eventual responsabilização na esfera administrativa. Sede do Ministério Público do Tocantins, em Palmas MPTO/Divulgação Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.