Surto de doença de Chagas em Óbidos: paciente morre na UTI e município registra seis casos ativos
Fachada do Departamento de Vigilância em Saúde de Óbidos, órgão responsável pelo monitoramento do surto de doença de Chagas no município. Reprodução/P...
Fachada do Departamento de Vigilância em Saúde de Óbidos, órgão responsável pelo monitoramento do surto de doença de Chagas no município. Reprodução/Prefeitura de Óbidos Um paciente infectado durante o surto de doença de Chagas associado ao consumo de vinho artesanal de patauá morreu neste sábado (7), às 13h, em Oriximiná, no oeste do Pará. A vítima estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional Menino Jesus. A morte foi confirmada pela Prefeitura de Óbidos, por meio da Secretaria Municipal de Saúde. ✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp Com o óbito, o município passa a registrar seis casos confirmados ainda em acompanhamento. Desse total, duas pessoas permanecem hospitalizadas, recebendo assistência médica, enquanto outras quatro estão em acompanhamento ambulatorial. Segundo a Secretaria de Saúde, esses pacientes apresentam quadro clínico estável e estão assintomáticos. Além dos casos confirmados, outras 24 pessoas que consumiram diretamente a bebida artesanal continuam sendo monitoradas pelas equipes de Vigilância em Saúde e submetidas a exames para investigação da possível infecção. A Prefeitura informou que mantém contato direto com a direção do Hospital Regional Menino Jesus e com as autoridades sanitárias estaduais para acompanhar a situação e prestar assistência aos familiares do paciente que morreu. Agora no g1 O surto foi identificado após o consumo de vinho artesanal de patauá nas comunidades Fuzil e Liberdade, na zona rural de Óbidos. Durante a investigação sanitária, foram identificadas irregularidades nas condições de processamento dos frutos utilizados na produção da bebida. O local onde ocorria a manipulação foi interditado, e as atividades foram suspensas. A Secretaria Municipal de Saúde informou que permanece mobilizada no monitoramento epidemiológico e destacou que informações médicas individuais são protegidas pelo sigilo profissional e pela legislação de proteção de dados pessoais. VÍDEOS: Mais vistos do g1 Santarém e Região