TST afasta servidor acusado de assediar adolescente de 16 anos no DF; polícia investiga
Fachada do edifício-sede do Tribunal Superior do Trabalho (TST) TST/Divulgação A presidência do Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou a instauraç...
Fachada do edifício-sede do Tribunal Superior do Trabalho (TST) TST/Divulgação A presidência do Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou a instauração de processo administrativo disciplinar envolvendo o técnico judiciário Elmer Catarino Fraga, de 63 anos – suspeito de importunação sexual contra uma adolescente de 16 anos, em Brasília. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 no WhatsApp Elmer Catarino Fraga é lotado no Núcleo de Policiamento Ostensivo do TST. A medida, segundo o TST, foi tomada após a Ouvidoria do Tribunal receber uma denúncia sobre condutas atribuídas ao servidor fora do ambiente de trabalho. A abertura do processo também se baseou em informações repassadas pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), responsável pelo inquérito que apura o suposto crime. De acordo com o Tribunal, os esclarecimentos foram enviados pela delegacia em resposta a um ofício encaminhado pelo próprio TST. Importunação sexual: o que é e como denunciar? Afastamento e suspensão do porte de armas Em nota, o Tribunal Superior do Trabalho informou o afastamento do servidor de suas funções, até a conclusão das investigações. Além de suspender o porte de arma de fogo do servidor, o acesso às dependências do TST e aos sistemas corporativos da instituição. O que diz o TST "A presidência do Tribunal Superior do Trabalho determinou, na noite dessa quarta-feira (8), a instauração de processo administrativo disciplinar envolvendo o servidor Elmer Catarino Fraga. A medida foi adotada depois que a Ouvidoria do TST recebeu, nessa quarta, denúncia narrando fatos relacionados a condutas adotadas por ele em atividades externas ao Tribunal. A abertura do processo disciplinar também se fundamentou em esclarecimentos repassados pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) sobre o inquérito que investiga a prática do crime de importunação sexual atribuído ao servidor. As informações foram disponibilizadas em resposta ao ofício enviado pelo TST à DPCA. Ainda nessa quarta, após a veiculação de reportagens pela imprensa acerca do possível cometimento de crimes pelo servidor contra uma adolescente, a presidência do Tribunal determinou de imediato o afastamento dele de suas funções, até a conclusão das investigações. Em razão disso, seu acesso às dependências e aos sistemas corporativos da instituição também foram suspensos. O TST ainda suspendeu o porte de arma de fogo concedido ao servidor, com fundamento no art. 11 da Resolução CNJ nº 467/2022. O Tribunal Superior do Trabalho reforça seu compromisso com o combate a quaisquer formas de assédio e desrespeito à integridade física e psicológica de crianças e adolescentes e reitera seu compromisso com a promoção de direitos e de ambientes saudáveis e seguros a todas as pessoas." LEIA TAMBÉM: ENTENDA: Ministério Público do DF pede suspensão de lei que autoriza uso de imóveis públicos para salvar BRB MUSEU DA BÍBLIA: Tribunal de Contas manda governo do DF explicar aumento de 184% em licitação Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.