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VÍDEO: Trump xinga e mostra dedo do meio a funcionário que o teria chamado de 'protetor de pedófilo' durante visita a fábrica

Trump xinga e mostra dedo do meio a funcionário de fábrica O presidente dos EUA, Donald Trump, xingou e mostrou o dedo do meio a um funcionário de uma fábri...

VÍDEO: Trump xinga e mostra dedo do meio a funcionário que o teria chamado de 'protetor de pedófilo' durante visita a fábrica
VÍDEO: Trump xinga e mostra dedo do meio a funcionário que o teria chamado de 'protetor de pedófilo' durante visita a fábrica (Foto: Reprodução)

Trump xinga e mostra dedo do meio a funcionário de fábrica O presidente dos EUA, Donald Trump, xingou e mostrou o dedo do meio a um funcionário de uma fábrica durante uma visita nesta terça-feira (13). Segundo a imprensa americana, o homem teria gritado "protetor de pedófilo" ao republicano. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Trump visitou instalações da Ford na cidade de Detroit, nos EUA. Durante seu tour pela fábrica, um funcionário pode ser ouvido gritando "protetor de pedófilo" ao longe. Uma câmera captou o momento. Nesse momento, Trump para, aponta o dedo para alguém que não aparece na filmagem e parece dizer: "F*** you" ("vai se se f****"), dá mais alguns passos e, em seguida, mostra o dedo do meio, antes de seguir adiante. Trump mostra dedo do meio durante visita a fábrica da Ford em Detroit, nos EUA Reprodução/Redes Sociais O governo Trump vem enfrentando críticas pela maneira como está lidando com o caso do bilionário Jeffrey Epstein, morto em 2019, e a divulgação de seus arquivos que exporiam uma rede de abuso sexual e pedofilia — frequentemente envolvendo famosos e poderosos. Novos arquivos Após determinação do Congresso, o governo Trump começou a divulgar em dezembro a íntegra dos arquivos do caso Epstein que até então eram tratados como sigilosos. Apesar de o prazo para a desclassificação ter terminado em 19 de dezembro, o Departamento de Justiça admitiu que ainda não publicou todos os arquivos porque está cobrindo informações sensíveis que poderiam expor a identidade e a intimidade das vítimas, frequentemente menores de idade. Vítimas de Epstein vieram a público acusar o governo Trump de divulgação seletiva, censurando informações sensíveis a Trump e aliados. Trump e Epstein foram amigos entre os anos 1990 e 2000. Trump afirma que se afastou do bilionário e nega ter se envolvido em ações ilegais com ele. Donald Trump com Jeffrey Epstein Comissão de Supervisão da Câmara / Divulgação Presidente citado em e-mails No dia 12 de novembro, o Congresso dos EUA divulgou mais de 20 mil páginas de arquivos sobre a investigação de Jeffrey Epstein. Boa parte dos documentos contém e-mails que o bilionário trocou com parentes e amigos. Em uma das mensagens, de janeiro de 2019, Epstein escreveu que Trump “sabia sobre as garotas”. No mesmo texto, aparecem o nome de uma vítima — que foi censurado — e uma menção a Mar-a-Lago, o resort do presidente na Flórida. Em outro e-mail, de 2011, Epstein escreveu a Ghislaine Maxwell, sua parceira e confidente, sobre Trump. “Quero que você perceba que o cachorro que não latiu é Trump”, afirmou. Em seguida, acrescentou que uma das vítimas “passou horas na minha casa com ele… e ele nunca foi mencionado uma única vez”. Outro arquivo mostra Epstein refletindo sobre como deveria responder a perguntas da imprensa sobre sua relação com Trump, que à época começava a ganhar destaque como figura política nacional. Para deputados democratas, as mensagens levantaram novas dúvidas sobre a relação entre o presidente e o bilionário. Já o jornal The New York Times afirmou que Trump pode ter mais conhecimento da conduta de Epstein do que admitiu publicamente. Trump, por sua vez, disse que a polêmica envolvendo os e-mails é uma “armadilha” criada pela oposição. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que os arquivos mostram que o presidente “não fez nada de errado”.